Revelada
para o grande público pela televisão na década
de 1990, Daniela Escobar tem belas interpretações no
cinema.
Nascida
em São Borja e depois moradora em Porto Alegre, Daniela Escobar
trocou a capital gaúcha pelo Rio de Janeiro aos 19 anos. A
atriz tem formação em teatro pelo Tablado e pela CAL
– Casa de Artes Laranjeiras. Daniela Escobar começou a carreira
artística no teatro profissional em “Os XII Trabalhos de Hércules”,
em 1989, com direção de Carlos Wilson – “Entre Amigas”
(1994), dirigida por Cecil Thiré; e “Julius César” (1994),
dirigida por Paulo Reis são outras peças no currículo.
Mas foi na televisão que atingiu notoriedade nacional – durante
uma época foi casada com o diretor Jayme Monjardim. Depois
de atuar em um episódio do programa “Você Decide”, em
1992, atuou em minisséries e novelas – “O Clone” (2001) e “América”
(2005), ambas de Glória Perez; e “A Casa das Sete Mulheres”
(2003), minissérie de Maria Adelaide Amaral são alguns
destaques. A atriz estreou no cinema no curta-metragem “Ritinha”,
de Antonio Celso, em 1996.
Daniela
Escobar tem alguns belos longas no currículo. Depois da estréia
no formato em “O Dono do Mar” (2001), de Odorico Mendes, atuou no
ótimo “Vida de Menina” (2004), de Helena Solberg. A atriz tem
uma atuação na medida certa como Carolina, mãe
da personagem protagonista, Helena Morley, interpretada com brilho
por Ludmila Dayer. Outro filme interessante de Daniela Escobar é
“Jogo Suterrâneo” (2005), filme que marcou a volta do cineasta
Roberto Gervitz, depois do sucesso “Feliz Ano Velho”, em 1987.
-
“Ritinha” (1996), curta de Antonio Celso;
- O Dono do Mar” (2001), de Odorico Mendes;
- “Vida de Menina” (2004), de Helena Solberg;
- “Jogo Subterrâneo” (2005), de Roberto Gervitz;
- “Diário de um Mundo Novo” (2005), de Paulo Nascimento.
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