Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

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DANIELA ESCOBAR

Foto: com Felipe Camargo em cena de "Jogo Subterrãneo" (2005),
de Roberto Gervitz

Revelada para o grande público pela televisão na década de 1990, Daniela Escobar tem belas interpretações no cinema.

Nascida em São Borja e depois moradora em Porto Alegre, Daniela Escobar trocou a capital gaúcha pelo Rio de Janeiro aos 19 anos. A atriz tem formação em teatro pelo Tablado e pela CAL – Casa de Artes Laranjeiras. Daniela Escobar começou a carreira artística no teatro profissional em “Os XII Trabalhos de Hércules”, em 1989, com direção de Carlos Wilson – “Entre Amigas” (1994), dirigida por Cecil Thiré; e “Julius César” (1994), dirigida por Paulo Reis são outras peças no currículo. Mas foi na televisão que atingiu notoriedade nacional – durante uma época foi casada com o diretor Jayme Monjardim. Depois de atuar em um episódio do programa “Você Decide”, em 1992, atuou em minisséries e novelas – “O Clone” (2001) e “América” (2005), ambas de Glória Perez; e “A Casa das Sete Mulheres” (2003), minissérie de Maria Adelaide Amaral são alguns destaques. A atriz estreou no cinema no curta-metragem “Ritinha”, de Antonio Celso, em 1996.

Daniela Escobar tem alguns belos longas no currículo. Depois da estréia no formato em “O Dono do Mar” (2001), de Odorico Mendes, atuou no ótimo “Vida de Menina” (2004), de Helena Solberg. A atriz tem uma atuação na medida certa como Carolina, mãe da personagem protagonista, Helena Morley, interpretada com brilho por Ludmila Dayer. Outro filme interessante de Daniela Escobar é “Jogo Suterrâneo” (2005), filme que marcou a volta do cineasta Roberto Gervitz, depois do sucesso “Feliz Ano Velho”, em 1987.

- “Ritinha” (1996), curta de Antonio Celso;
- O Dono do Mar” (2001), de Odorico Mendes;
- “Vida de Menina” (2004), de Helena Solberg;
- “Jogo Subterrâneo” (2005), de Roberto Gervitz;
- “Diário de um Mundo Novo” (2005), de Paulo Nascimento.




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