Integrante de uma família de atores, Cynthia Falabella está
intensificando sua atuação no cinema nesses anos 2000.
A
mineira Cynthia Falabella tem sangue artístico nas veias. Só
para ficar nos artistas parentes mais próximos, basta dizer
que ela é irmã da atriz Débora Falabella e filha
do ator e dramaturgo Rogério Falabella. Destaque no curta “A
Hora Vagabunda”, de Rafael Conde, em 1998, a atriz vem marcando presença
em outros filmes desse formato: “Aqueles Dias” (2004), de Gustavo
Nasr; “Manual para Atropelar Cachorro” (2005), de Rafael Primo; “O
Quintal dos Guerrilheiros” (2005), de João Massorolo; e “Os
Filmes que não fiz” (2007), de Gilberto Scarpa. Com grande
semelhança com a irmã, substituiu Débora durante
um tempo em que ela estava doente, interpretando Mel na novela “O
Clone” (2001), de Glória Perez. A autora gostou tanto do trabalho
de Cynthia, que criou uma participação para ela nos
capítulos finais e também a escalou para sua novela
seguinte, “América”, em 2005.
Cynthia
Falabella já atuou em três longas, sendo que em “Os 12
Trabalhos” (2006), de Ricardo Elias, faz uma participação
em papel duplo. Os outros filmes são duas produções
mineiras: “Batismo de Sangue” (2006), de Helvécio Ratton; e
“5 Frações de Uma Quase História”, dirigido por
Cristiano Abud, Cris Azzi, Armando Mendz, Thales Bahia, Lucas Gontijo
e Guilherme Fiúza. Cynthia Falabella é um dos destaques
do longa, em episódio dirigido por Guilherme Fiúza.
-
“A Hora Vagabunda” (1998), curta de Rafael Conde;
- “Aqueles Dias” (2004), curta de Gustavo Nasr;
- “Manual para Atropelar Cachorro” (2005), curta de Rafael Primo;
- “O Quintal dos Guerrilheiros” (2005), curta de João Massorolo;
- “Os 12 Trabalhos” (2006), de Ricardo Elias;
- “Batismo de Sangue” (2006), de Helvécio Ratton;
- “Os Filmes que não fiz” (2007), de curta de Gilberto Scarpa;
- “5 Frações de Uma Quase História” (2007), episódio
de Guilherme Fiúza.
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