Cláudia
Jimenez é uma das melhores comediantes do país. Além
disso, é também ótima atriz, com trabalhos no
teatro, na televisão e no cinema.
Cláudia
Jimenez começou sua carreira no teatro nos anos 1970. Dentre
tantos sucessos nos palcos, um dos mais notáveis foi a hilariante
“Como Encher um Biquíni Selvagem”, de Miguel Falabella, nos
anos 1990. Grande sucesso também na televisão em programas
humorísticos, sobretudo como a dona Cacilda na “Escolinha do
Professor Raimundo” e a Edileuza em “Sai de Baixo, teve ótima
atuação também em novelas como “Torre de Babel”
(1998), de Sílvio de Abreu. Cláudia Jimenez estreou
no cinema em “Gabriela, Cravo e Canela”, em 1983, adaptação
da obra de Jorge Amado, dirigida por Bruno Barreto. Ainda nessa década,
atua em filmes de José Jofilly, Helvécio Ratton, Ruy
Guerra – no belo “Ópera do Malandro”, e Roberto Farias.
O
grande momento de Cláudia Jimenez no cinema se dá nos
anos 1990, como uma dos protagonistas de “O Corpo” (1991), adaptação
de texto de Clarice Lispector, dirigida por José Antônio
Garcia. No filme, ela compõe um explosivo triângulo amoroso
com Antônio Fagundes e Marieta Severo.
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“Gabriela, Cravo e Canela” (1983), de Bruno Barreto;
- “Urubus e Papagaios” (1985), de José Joffily;
- “A Dança dos Bonecos” (1986), de Helvécio Ratton;
- “Ópera do Malandro” (1986), de Ruy Guerra;
- “Romance da Empregada” (1987), de Bruno Barreto;
- Os Trapalhões no Auto da Compadecida” (1987), de Roberto
Farias;
- “O Corpo” (1991), de José Antônio Garcia;
- “Como Ser Solteiro” (1998), de Rosane Svartmann.
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