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– CLÁUDIA ABREU
12 de outubro de 1971, *Rio de Janeiro, RJ

Foto: com
Sônia Braga e Marília Pêra em cena de "Tieta do Agreste" (1996),
de Carlos Diegues
Existe um pequeno grupo de atrizes, que apesar de pouco tempo de carreira
– surgiram na década de 80 – já atingiram tanto prestígio que só fazem
o que querem, seja na tv, no teatro ou no cinema; Fernanda Torres e Malu
Mader são alguns exemplos. E nesse grupo está também o nome de Cláudia
Abreu, uma das melhores de sua geração
Cláudia Abreu começou a carreira no teatro, onde passa pelo Tablado de
Maria Clara Machado. Ainda adolescente chega à tv na novela ‘Hipertensão’,
de Ivani Ribeiro, dando início a uma carreira vitoriosa na telinha. Depois
de participar dos sucessos ‘Que Rei Sou Eu?’ e ‘Barriga de Aluguel’, Cláudia
Abreu se consagra na minissérie ‘Anos Rebeldes’, de Gilberto Braga, em
1992, de quem passa a ser uma das musas e presença garantida em suas produções
– sua personagem Heloísa foi musa também dos estudantes cara-pintadas,
na época do impecheamment do Presidente Collor. Outro momento luminoso
na tv foi no seriado ‘A Vida Como Ela É’.
A atriz estréia no cinema na superprodução de Carlos Diegues, ‘Tieta
do Agreste’, filme que marca o retorno da atriz Sônia Braga ao Cinema
Nacional.
Em 1997 Cláudia Abreu atua em dois filmes de grande público: ‘O Que É
Isso, Companheiro?’, de Bruno Barreto; e ‘Guerra de Canudos’, de Sérgio
Rezende. Destaque do filme ‘Ed Mort’, onde faz uma apresentadora infantil
à la Xuxa e Angélica, Claudia Abreu começou a década de 2000 atuando em
três filmes: ‘O Xangô de Baker Street’, ‘O Homem do Ano’ e ‘Caminhando
nas Nuvens’.
- ‘Tieta do Agreste’ (1996),
de Carlos Diegues;
- ‘O Que É Isso, Companheiro?’ (1997), de Bruno Barreto;
- ‘Guerra de Canudos’ (1997), de Sérgio Rezende;
- ‘Ed Mort’ (1997), de Alain Fresnot;
- ‘O Xangô de Baker Street’ (2001), de Miguel Faria Jr.;
- ‘O Homem do Ano’ (2003), de José Henrique Fonseca;
- ‘O Caminho das Nuvens’ (2003), de Vicente Amorim.
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