Bela
e talentosa atriz, Carmen Monegal construiu importante carreira na
televisão e no teatro, e com pouquíssimas, mas significativas,
atuações no cinema.
Carmen
Monegal nasceu em Montevidéu, no Uruguai, mas veio para o Brasil
ainda na infância. A estréia em novelas se deu no grande
sucesso da TV Tupi, “Antônio Maria”, em 1968, como Marina. Depois,
a atriz passou por várias emissoras, como Record, Globo, Bandeirantes
e Manchete. Carmen Monegal foi casada com o ator Carlos Alberto Ricelli
e um de seus grandes momentos foi contracenando com ele como como
a moderna e rica Adelaide em “Éramos Seis” (1977), de Rubens
Ewald Filho e Sílvio de Abreu, na Tupi. No teatro, a atriz
atuou em vários espetáculos, mas sua grande contribuição
foi com a fundação, na década de 1990, do "Pilgrim
Gospel Theatre", companhia itinerante cuja última paragem
foi na Grécia, e pela qual dedicou cerca de duas décadas
de sua vida. No cinema, estreou em “Beto Rockfeller” (1970), dirigido
por Olivier Perroy, transposição para as telas do marco
que revolucionou a telenovela brasileira no final de década
de 1960.
Carmen
Monegal atuou em mais dois longas nos anos 1970: “O Cortiço”
(1978), de Francisco Ramalho Jr; e em “Jeca e Seu Filho Preto” (1978),
de Berilo Faccio e Pio Zamuner. Carmen Monegal faleceu ontem, dia
15 de maio de 2008, na Grécia.
-
“Beto Rockfeller” (1970), de Olivier Perroy;
- “O Cortiço” (1978), de Francisco Ramalho Jr;
- “Jeca e Seu Filho Preto” (1978), de Berilo Faccio e Pio Zamuner.
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