Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 4
Um mapeamento das mulheres que fizeram
e fazem a história do Cinema Nacional

ATRIZES
Sala Isabel Ribeiro

DIRETORAS
Sala Ana Carolina

POR TRÁS DAS CÂMERAS
Sala Betty Faria
ENTREVISTAS
Sala Dina Sfat
ELAS POR ELES
Sala Lilian Lemmertz
REGISTROS
Sala Adriana Prieto

Sala Zezé Macedo
Datas

Arquivo Geral
Referências
O Site
Comentários
Contato

 



CARMEN MONEGAL
19 de novembro de 1951 - 15 de maio de 2008,
*Montevidéu - Uruguai

Bela e talentosa atriz, Carmen Monegal construiu importante carreira na televisão e no teatro, e com pouquíssimas, mas significativas, atuações no cinema.

Carmen Monegal nasceu em Montevidéu, no Uruguai, mas veio para o Brasil ainda na infância. A estréia em novelas se deu no grande sucesso da TV Tupi, “Antônio Maria”, em 1968, como Marina. Depois, a atriz passou por várias emissoras, como Record, Globo, Bandeirantes e Manchete. Carmen Monegal foi casada com o ator Carlos Alberto Ricelli e um de seus grandes momentos foi contracenando com ele como como a moderna e rica Adelaide em “Éramos Seis” (1977), de Rubens Ewald Filho e Sílvio de Abreu, na Tupi. No teatro, a atriz atuou em vários espetáculos, mas sua grande contribuição foi com a fundação, na década de 1990, do "Pilgrim Gospel Theatre", companhia itinerante cuja última paragem foi na Grécia, e pela qual dedicou cerca de duas décadas de sua vida. No cinema, estreou em “Beto Rockfeller” (1970), dirigido por Olivier Perroy, transposição para as telas do marco que revolucionou a telenovela brasileira no final de década de 1960.

Carmen Monegal atuou em mais dois longas nos anos 1970: “O Cortiço” (1978), de Francisco Ramalho Jr; e em “Jeca e Seu Filho Preto” (1978), de Berilo Faccio e Pio Zamuner. Carmen Monegal faleceu ontem, dia 15 de maio de 2008, na Grécia.

- “Beto Rockfeller” (1970), de Olivier Perroy;
- “O Cortiço” (1978), de Francisco Ramalho Jr;
- “Jeca e Seu Filho Preto” (1978), de Berilo Faccio e Pio Zamuner.




sala
indice arquivo home