Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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063 – BETH GOULART
25 de janeiro de 1961, *Rio de Janeiro, RJ

Foto: cena de "Dois Córregos" (1999), de Carlos Reichenbach


Integrante dos Bruno/Goulart, uma família de artistas que há décadas marca presença nas artes cênicas brasileiras – Paulo, Nicete, Bárbara e Paulo Filho - Beth Goulart é uma atriz que cresceu em talento e importância no teatro, na tv e no Cinema Nacional.

Filha de Paulo Goulart e Nicete Bruno, Beth Goulart só poderia mesmo ser rato de teatro, veículo onde vem construindo uma carreira notável, com produções importantes. A atriz estreou em novelas em 1976, em ‘Papai Coração’, produção da Tupi que reunia a família toda. Daí para frente, também desenvolveu carreira expressiva na telinha, com cerca de 20 trabalhos no currículo. Beth Goulart estreou no cinema em 1979, no filme ‘Joelma, Vigésimo Terceiro Andar’, de José Frazão. Filme de cunho espírita – religião da atriz – e sem maiores dotes artísticos, a produção focalizou a tragédia do incêndio no edifício Joelma nos anos 70.

Beth Goulart ficou anos afastada das telas, com atuações esporádicas nos anos 80. Depois de participar do sucesso de Carla Camurati ‘Carlota Joaquina, Princesa do Brasil’, a atriz dá o grande salto em sua carreira no Cinema Nacional ao ser escalada para o belíssimo ‘Dois Córregos’, do grande cineasta Carlos Reichenbach, em 1999. Seu último filme, até agora, é ‘Amores Possíveis’, de Sandra Werneck.

 - “Joelma, Vigésimo Terceiro Andar’ (1979), de Clery Cunha;
- ‘Mistério no Colégio Brasil’ (1988), de José Frazão;
- ‘Eternamente Pagu’ (1988), de Norma Bengell;
- ‘Carlota Joaquina, Princesa do Brasil’ (1995), de Carla Camurati;
- ‘Dois Córregos’ (1999), de Carlos Reichenbach;
- ‘A Hora Marcada’ (2000), de Marcelo Taranto;
- ‘Amores Possíveis’ (2001), de Sandra Werneck

 

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