Bete
Coelho é nome de destaque no teatro brasileiro, com momentos
marcantes em espetáculos de Gerald Thomas e José Celso
Martinez Correa. Grande atriz, seu talento está registrado
também no cinema.
Bete
Coelho começou sua carreira no teatro em Belo Horizonte. Depois,
vai para São Paulo, onde constrói uma sólida
carreira, projetando-a como uma das mais importantes atrizes de sua
geração – é também diretora de talento.
Seus trabalhos com Gerald Thomas, como “Carmen com Filtro”, e com
José Celso, como “Oh, Cacilda!”, são momentos inesquecíveis
dos palcos brasileiros. Bete Coelho atua também na televisão,
com papel de destaque em “Vamp” (1991), de Antônio Calmon, e
“Éramos Seis” (1994) – segunda versão da novela de Sílvio
de Abreu e Rubens Ewald Filho. A estréia no cinema se dá
nos anos 1980, com trabalhos em dois curtas – “Branco e Preto (Norte
& Sul)”, de Ninho Moraes, em 1988, e “Musika”, de Rafael Conde,
em 1989; e no longa “Lua Cheia”, de Alain Fresnot, em 1989.
Nos
anos 1990, Bete Coelho atua no filme “Oswaldianas”, no episódio
de Júlio Bressane, “Quem seria o feliz conviva de Isadora Duncan?”,
e em “Policarpo Quaresma – Herói do Brasil” (1992), de Paulo
Thiago. Bete Coelho é uma das protagonistas do filme de Malu
Martino, “Mulheres do Brasil” (2006). Sua atuação neste
filme, que reúne grandes atrizes como Dira Paes, Ana Beatriz
Nogueira e Camila Pitanga, é o ponto alto desta produção.
-
“Branco e Preto (Norte & Sul)” (1988), curta de Ninho Moraes;
- “Musika” (1989), curta de Rafael Conde;
- “Lua Cheia” (1989), de Alain Fresnot;
- “Oswaldianas” (1992), episódio de Julio Bressane;
- “Policarpo Quaresma – Herói do Brasil” (1998), de Paulo Thiago;
- Mulheres do Brasil” (2006), de Malu di Martino.
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