|
|
|||||||||||||
|
|
||||||||||||
|
Foto:
cena de `Diário da Província´ (1978), Uma
das damas do nosso teatro, Berta Zemel fez poucas incursões em novelas
e filmes. Suas atuações nos dois formatos não chegam a duas dezenas, porém
sempre que atuou nessas produções, seja na telinha ou na telona, o resultado
foi, e vem sendo sempre, exercícios que só reforçam o seu talento arrebatador. Uma
das mais importantes atrizes brasileiras, Berta Zemel vem dedicando sua
carreira quase que exclusivamente ao teatro. Nos palco emociona platéias,
como fez na sua volta à cena com `Anjo Duro´, de Luiz Valcazaras, depois
de anos apenas dedicada ao ofício de ensinar, através do curso de teatro
que mantém por cerca de três décadas. A atriz tem poucas novelas no currículo,
ainda assim arrebatou o público em dois marcos da extinta TV Tupi: a emocionante
`Vitória Bonelli´, de Geraldo Vietri, em 1972; e a sofisticada e inesquecível
`Gaivotas´, do mestre Jorge Andrade, em 1979. No cinema, estréia em `O
Quarto´, segundo filme do importante crítico e cineata Rubem Biáfora,
em 1968. Nos anos 70, a atriz atua em apenas mais dois longas, `Que Estranha
Forma de Amar´, de Geraldo Vietri, e em `Diário de Província´, de Roberto
Palmari. Depois
dessas produções dos anos 70, Berta Zemel fica mais de vinte anos longe
das telas do Cinema Nacional. A atriz retorna em 2002 no filme ´Desmundo´,
adaptação de Alain Fresnot do livro homônimo de Ana Miranda, em que tem
atuação elogiada. Agora, está no elenco do novo filme de Bruno Barreto,
a comédia romântica `O Casamento de Romeu e Julieta´. -
´O Quarto´ (1968), de Rubem Biáfora;
|
|||||||||||||