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Foto:
Antônia Marzullo (de perfil) ao lado de Arllete Lester, Walter D´Avilla
e A atriz Antônia Marzullo é um nome importante
das artes cênicas e do cinema brasileiro, veículo em que levou seu talento
para quase duas dezenas de filmes. Além disso, é matriarca de uma família
de grandes mulheres artistas – é mãe das atrizes Dinah e Dinorah Marzullo,
e avó de Marília e Sandra Pêra. Antônia
Marzullo tem longa carreira no teatro e no cinema. Nos palcos, atuou em
vários espetáculos, sendo que em algumas Revistas assinadas pelo seu genro,
o jornalista, escritor, poeta, compositor e caricaturista Nestor Tangerini,
como “No Tabuleiro da Baiana” e “Gol!” – Nestor Tangerini foi casado com
Dinah Marzullo Tangerini, cujo filho, Nelson Marzullo Tangerini, é quem
cuida da preservação da memória da família. Antônia Marzullo estréia no
cinema na década de 30, atuando no clássico “Favella dos Meus Amores”
(1935), do mestre Humberto Mauro, e em “João Ninguém” (1937), de Mesquitinha.
Nos anos 40 marca presença em várias produções da Cinédia, estúdio carioca
do jornalista e cineasta Adhemar Gonzaga, que também a dirige em “Loucos
por Música”, como a dona da pensão. É na Cinédia que Antônia Marzullo vai
atuar em dois clássicos, ambos dirigidos pela cineasta Gilda de Abreu:
“O Ébrio” (1946), em que interpreta Lindoca; e “Pinguinho de Gente”, como
uma das tias. A atriz participa também da mais ambiciosa produção da atriz,
cineasta e produtora Carmen Santos, “Inconfidência Mineira”. Antônia Marzullo
segue carreira no cinema nacional até a década de 60, atuando em filmes
de diretores importantes, como Carlos Hugo Christensen, Eurípedes Ramos,
J.B Tanko e Eduardo Coutinho. - “Favella dos Meus Amores” (1935),
de Humberto Mauro;
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