Ângela
Corrêa dividiu sua carreira entre o Brasil e a Argentina. Em
solo brasileiro, fez sucesso na minissérie “A Escrava Anastácia”
e é presente marcante em filmes do cineasta Carlos Reichenbach
Ângela
Corrêa sonhava com carreira de cantora, mas acabou se tornando
atriz e das boas. Começou a carreira no palco, tanto como atriz
de teatro, como modelo. Com forte ligação com as raízes
africanas, estreou na televisão na minissérie “A Abolição”,
na Globo, em 1988, e alcançou muito sucesso como a protagonista
da minissérie “A Escrava Anastácia”, na extinta Manchete,
em 1990 – dentre outras novelas estão “Vidas Cruzadas” (2000),
na Record, e “Seus Olhos” (2004), no SBT. Ângela Corrêa
estreou no cinema em “A Viagem” (1992), do premiado cineasta argentino
Fernando E. Solanas, com quem se casou em 1993, radicando-se na Argentina.
Em “A Nuvem” (1998), também de Solanas, é a protagonista
Fulô, personagem que lhe valeu o prêmio de Melhor Atriz
no Festival de San Sebastian. A atriz atuou em outras produções
estrangeiras, como “Só Deus Sabe”, do mexicano Carlos Bolado.
Ângela
Corrêa deu prosseguimento à carreira nos dois países,
e no cinema brasileiro brilhou pelas mãos do mestre Carlos
Reichenbach em dois belos filmes: “Garotas do ABC” (2003) e “Bens
Confiscados” (2004). Em “Garotas do ABC” ela é Tereza, a doce
tia da protagonista Aurélia, interpretada pela atriz Michelle
Valle. Já em “Bens Confiscados”, faz uma participação
especial como uma enfermeira. Ângela Corrêa atuou também
no grande sucesso “Carandiru” (2003), de Hector Babenco.
- “Garotas do ABC” (2003), de Carlos Reichenbach;
- “Carandiru” (2003), de Hector Babenco;
- “Bens Confiscados” (2004), de Carlos Recheinbach.
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