Mulheres do Cinema Brasileiro - Ano 3
Um mapeamento das mulheres que fizeram
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198 - ANALU PRESTES

9 de agosto de 1952, *Santos, SP

 

Foto: com Lima Duarte em cena de "Guerra Conugal" (1975),
de Joaquim Pedro de Andrade

Revelação no teatro dos anos 70, Analu Prestes chega ao cinema e à televisão na mesma década. Nas telas, atua sob a direção de cineastas importantes, com ótimos momentos em filmes de Luiz Rosemberg Filho e de Joaquim Pedro de Andrade. 

Analu Prestes começa sua carreira artística no teatro no final dos anos 60, com trabalhos no teatro Oficina. Mas é na década seguinte que se revela para o grande público, atuando também na televisão e no cinema. Depois de protagonizar o curta “Júlia Pastrana”, de Naum Alves de Souza, em 1971, Analú Prestes atua em dois grandes filmes: "A$suntina das Amérikas", de Luiz Rosemberg Filho, e "Guerra Conjugal", de Joaquim Pedro de Andrade. Em "A$ssuntina" é a protagonista, em um trabalho anárquico e de entrega. Em "Guerra Conjugal" faz uma participação e tem cena memorável com Lima Duarte. Como Joaquim Pedro volta a trabalhar no exuberante “O Homem do Pau Brasil”, em 1982, último filme do cineasta. Analú Prestes chega às novelas em 1976, na grande produção da Rede Globo, “O Casarão”, de Lauro César Muniz. A atriz faz parte do elenco do primeiro período da novela, que era dividida em três, como a personagem Maria do Carmo.

Na década de 80, Analu Prestes participa de mais três filmes importantes: “Com Licença, Eu Vou Á Luta”, de Lui Faria; “Baixo Gávea”, de Haroldo Marinho Barbosa, como a esposa  de Carlos Gregório, amante da protagonista vivida por Lucélia Santos; e no maravilhoso “Romance da Empregada”, como uma das amigas de Fausta, personagem de Betty Faria. 

- “Júlia Pastrana” (1971), de Naum Alves de Souza;
- “Guerra Conjugal” (1975), de Joaquim Pedro de Andrade;
- “Assuntina das Américas” (1976), de Luiz Rosemberg Filho;
- “O Homem do Pau Brasil” (1982), de Joaquim Pedro de Andrade;
- “Com Licença, Eu Vou à Luta” (1986), de Lui Faria;
- “Baixo Gávea” (1986), de Haroldo Marinho Barbosa;
- “Romance da Empregada” (1987), de Bruno Barreto.

 

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